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MÃE É MÃE… ATÉ NOS TATAMES!

MÃE É MÃE… ATÉ NOS TATAMES!

Nesta edição, o Show do Combate traz uma entrevista com Jac Menezes, mãe e empresária da carateca macaense Tais Menezes. Ela fala com carinho sobre o orgulho que sente pela e sobre as dificuldades enfrentadas no mundo do esporte.

Show do Combate – Como é ser mãe de uma atleta de ponta em Macaé?

Jac 

torcer com a alma e gritar com o coração. É ficar horas e horas vendo e revendo as fotos da competição. Ser mãe é saber que tudo valeu à pena e que a vitória dela é a minha também!

Menezes – É

SC – Além de mãe, como é ser incentivadora e empresária de uma grande atleta de renome em Macaé?

JM – É difícil (risos). Hoje, seis anos depois que a Taís começou a competir como karateca, estou mais controlada e aprendi a me dividir. Hoje, sou três: a mãe que grita e torce, a incentivadora que apoia e não mede esforços para que ela continue competindo e tendo bons resultados, e a empresária que cobra, briga, fica no pé para que ela tenha bons resultados tanto no tatame, quanto fora dele. Não renuncio a bons resultados na escola e no comportamento.

SC – Qual a maior dificuldade que você enfrenta hoje?




JM –
 A falta de patrocínio e incentivo dos empresários de Macaé. Hoje, a Taís conta somente com apoio da Juvêncio Produções e a cada destaque ou vitória, as competições ficam mais importantes e, consequentemente, mais caras. E eu não tenho como custear. Ela estuda o dia todo e treina todos os dias. Quando não pode ir às competições ela fica extremamente desmotivada. Gostaria muito de ter pelo menos passagens e hospedagens paga. Ela tem dois desafios pela frente: um em maio e outro em julho, em Mossoró e Manaus. E sem patrocínio, ela não poderá comparecer. Isso é muito triste.

SC – O que você sentiu quando a Taís começou a praticar karatê, entre tantas outras opções de esportes?

JM – Eu pensei que seria passageiro, pois ela fazia futebol que é a grande paixão, e veio com a novidade de fazer caratê. Eu, como apoio a prática de esportes e acho importante a questão da defesa pessoal, deixei. Com o tempo, ela foi se desgarrando do futebol, pois não tinha espaço e, apesar de treinar, não podia competir no time masculino, e não tinha garotas para formar um time feminino. A Taís sempre foi competitiva e sempre gostou de ser vista no pódio e exibir suas medalhas. No finalzinho de 2015 ela me falou: “Mãe, vou parar o futebol e me ou dedicar só ao Karatê”. Aí que eu percebi que era “sério”, e assim aconteceu. Ela nunca voltou para casa sem medalha. É, de fato, muito dedicada e guerreira.

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